sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O dom de línguas na Igreja (ICo. 14)

Na época de Paulo os crentes de Coríntio estavam exagerando no dom de línguas em cultos públicos, fato que estava espantando alguns gentios que pensavam que os batizados estavam loucos. Paulo diante disso afirma algumas teses que devem ser colocadas em estudo. Devemos porém fazer abrir um parênteses: Não se controla o poder do Espírito Santo. Se todas as pessoas na igreja estiverem aptas para receber o batismo, este acontecerá em todas.
Bem, vamos aos tópicos paulinos:
*Edificação: (vv. 1-4). Paulo afirma que o dom de línguas não edifica o homem, e isso é verdade. A maioria dos irmãos da igreja não entendem a língua do Espírito, o que não é errado. Isso não dá edificação espiritual aos membros. Só edificaria se alguém estivesse traduzindo para língua compreensível.
*Igual importância: (v. 5). Não se deve pensar porém que o dom de línguas é inferior a profecia. De modo algum. A pessoa quando fala noutra língua demonstra que está limpa perante Deus.
*Interpretação: (v. 13). Se alguém orar em línguas, ore pedindo o dom de interpretação para que além do batizado, toda a igreja seja edificada.
*Ordem: (vv. 26-27). Paulo alerta para a necessidade de ordem no culto. Se forem batizados ao mesmo tempo, que isso aconteça em dois e no máximo três, para que a ordem e a reverência sejam preservadas.
*Necessidade: (v.5). Devemos tanto profetizar quanto falar em línguas, pois a profecia têm mais valor para a construção da fé do membro congregacional e as línguas nos dão a certeza da presença espiritual no culto.

Então irmãos, usando uma frase paulina termino esse estudo: "E eu quero que todos vós faleis em línguas estranhas, mas muito mais que profetizeis..." (ICo. 14.5)
Amém.

Reativando o blog...

Peço perdão aos irmãos pois não pude postar mais nada aqui no blog por falta de tempo. Mas de agora em diante teremos estudos quase todos os dias! Fique atento! :)